Bai Ruyu era uma trabalhadora incansável, sempre sobrecarregada, sem nunca ganhar dinheiro suficiente, apenas acumulando horas extras intermináveis. Não esperava que, logo após sair do trabalho, enquanto esperava o sinal abrir, fosse atropelada por um carro dirigido por um bêbado de ressaca e morresse na hora. Talvez por causa do ressentimento intenso, acabou se ligando a um sistema... Hm... O sistema era meio sacana, mas também não era tão ruim assim. Mandou-a direto para um ano de calamidade, e logo de cara ela tinha que fazer transmissões ao vivo para continuar viva, nem morrer podia... Não esperava que, se na vida moderna já era uma escrava, nos anos de calamidade também teria que ser escrava do sistema! Ah, quer saber! Que se dane! Afinal, ela nem queria muito viver! Mas qual é o problema dessa família? Por que olham para ela como se fosse um tesouro? E essas recompensas, esse dinheiro, de onde vem? Por que tem tanta coisa boa assim? E os patrocinadores da transmissão, parem com isso, por favor! Ou melhor, esquece, essa geração de internautas é generosa demais, então ela vai parar de se entregar ao fracasso. Hoje vai transmitir ao vivo dando uma surra em quem já está por baixo, amanhã vai mostrar como pegar insetos no rio, depois de amanhã vai mostrar como colher verduras selvagens na montanha... Só que, mal começou a melhorar de vida, já precisa fugir de novo? Deus do céu, até fugindo precisa fazer transmissão ao vivo?! Internautas: Isso aqui é um grande jogo de investigação ao vivo?! Não temos certeza, vamos assistir mais um pouco?! [Sistema + transmissão ao vivo + universo alternativo + administração de fazenda e comércio + cotidiano familiar + sem romance]